Fitnessmente: da motivação ao hábito!

Desde que começei a me exercitar regularmente eu já sabia o que não funcionava para mim: me exigir me exercitar  todos os dias na mesma hora, assim como estar motivada. Eu precisava colocar em prática aquilo que eu já sabia sobre a construção de novos hábitos e pesquisar melhor sobre o que desconhecia. Foi então que algumas coisas fizeram toda diferença:
comecei a programar para minha semana no domingo, identificando minhas prioridades (pessoais, profissionais e sociais), desse modo, adequava o horário do exercício, bem como tempo que teria para me exercitar a cada dia.  Além disso, percebi que precisava saber mais ou menos se teria roupas limpas de academia disponíveis para os dias de treino. Essa foi meu “macro” planejamento inicial.

Não me recordo mais o dia exato quando decidi me exercitar cinco vezes na semana (incluindo aqui o final de semana), mas lembro que não foi uma segunda. Eu frequentava uma academia semi-personalizada entre uma ou duas vezes na semana há alguns meses, no entanto, facilmente eu abria mão de me exercitar, bastava para isso qualquer solitação externa ganhar “ares” de importância ou até mesmo mesmo me sentir “desmotivada”. O que eu sabia mesmo é que aquilo me aliviava parcialmente a consciência até descobrir que para fins critério da Organização Mundial da Saúde (OMS) eu era classificada como sedentária, pois a quantidade dedicado ao exercício era insuficiente.

Eu sabia, por tudo que havia estudado que, para mudar essa realidade de sedentária  precisaria exercitar duas habilidades: perserverança e flexibilidade até desenvolver o hábito, sabe aquela fase que você vai e não fica pensando demais?. Até este momento, eu não experimentava a recompensa imediata do exercício físico, tampouco tinha claro quais gatilhos eu precisaria estabelecer para que me exercitar se tornasse uma rotina na minha vida. Porém, uma coisa eu tinha claro: queria me exercitar regularmente, pois estava convencida dos benefícios. Passei a observar as diferenças entre as pessoas que se exercitavam daquelas que não praticavam qualquer exercício. Não precisei ir muito longe, a minha mãe é uma das pessoas mais sedentárias que eu já conheci. E vendo hoje sua entrada na sua sexagésima década com vários problemas de saúde, sendo parte deles decorrentes do sedentarismo, me deixou “animada” de construir um caminho diferente. Veja bem, não é que não soubesse dos benefícios do exercício físico nem que não os fizesse com alguma regularidade, já fui aluna do pilates e natação sempre na frequência de duas vezes na semana, mas não experimentava os benefícios que apenas aqueles que se exercitam regularmente alcançam.

O que quero dizer é que precisei deixar na minha mente muito claro os motivos pelos quais valeriam a pena desenvolver o hábito de me exercitar. O próximo passo era dar o “próximo passo” e usar tudo aquilo que eu já sabia como psicóloga sobre o padrão de crenças, emoções e comportamentos  comigo mesma, ou seja, identificar os principais sabotadores e neutralizá-los,  ou sendo um pouco mais ambiciosa , usar sua energia a meu favor. Além disso, precisava checar se a máxima de que era possível construir qualquer hábito em  21 dias.  Convido você a me acompanhar nos próximos textos e a entender melhor como é possível passar a se exercitar regularmente, usando para isso algumas informações sobre como a nossa mente funciona!

Adna Rabelo – Psicóloga

CRP 05/48233

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